Esta reforma do chamado mercado da energia e da eletricidade da União Europeia não surpreende porque, verdade verdadinha, não traz nada de novo! Continua o caminho de aprofundamento de um mercado que serve os interesses das grandes companhias do setor energético, em vez de garantir o acesso à energia a preços acessíveis aos agregados familiares e às micro, pequenas e médias empresas. Apesar de promover o aumento do recurso a energias renováveis, mantém o sistema de preços marginais no mercado diário, onde a tecnologia mais cara – que tem sido o gás – fixa o preço de outras formas de produção de energia. Ou seja, os preços na fatura não vão baixar mas os lucros das empresas energéticas vão continuar a subir. O que se exigia era estabelecer como ponto de partida dos preços e margens dos combustíveis líquidos o valor do custo real de produção. Insistimos que a política energética não deve ficar dependente de contingências de mercado. Deve, sim, estar ao serviço do desenvolvimento e do bem-estar dos povos.
Mais Vídeos

Ver vídeo
«Lembrar Catarina Eufémia é um dever, uma homenagem e um compromisso de futuro!»

Ver vídeo
«De nossa parte, ninguém arreda pé na luta pelos direitos no nosso povo!»

Ver vídeo
«Este não é o tempo de esperar, é o tempo de fazer da Constituição, realidade na vida de todos os dias»

Ver vídeo
Basta de cumplicidade da UE com o genocídio da Palestina

Ver vídeo
«Este é o tempo de tomar a iniciativa»

Ver vídeo
Audiência com o Presidente da República

Ver vídeo
Na CP e na AUNDE luta-se pela justiça social e também pelo desenvolvimento nacional

Ver vídeo
A saúde mental também é um direito dos trabalhadores
- Page 1
- ››