Esta reforma do chamado mercado da energia e da eletricidade da União Europeia não surpreende porque, verdade verdadinha, não traz nada de novo! Continua o caminho de aprofundamento de um mercado que serve os interesses das grandes companhias do setor energético, em vez de garantir o acesso à energia a preços acessíveis aos agregados familiares e às micro, pequenas e médias empresas. Apesar de promover o aumento do recurso a energias renováveis, mantém o sistema de preços marginais no mercado diário, onde a tecnologia mais cara – que tem sido o gás – fixa o preço de outras formas de produção de energia. Ou seja, os preços na fatura não vão baixar mas os lucros das empresas energéticas vão continuar a subir. O que se exigia era estabelecer como ponto de partida dos preços e margens dos combustíveis líquidos o valor do custo real de produção. Insistimos que a política energética não deve ficar dependente de contingências de mercado. Deve, sim, estar ao serviço do desenvolvimento e do bem-estar dos povos.
Mais Vídeos

Ver vídeo
Tarifas Trump: Três elementos essenciais para lhes dar resposta

Ver vídeo
Tarifas Trump: Dinamizar o mercado interno é parte da resposta

Ver vídeo
Queremos uma política de coesão que sirva o desenvolvimento

Ver vídeo
Desviar fundos da coesão para o militarismo não serve a Portugal

Ver vídeo
O controlo público do setor energético, é a garantia da soberania e segurança energética

Ver vídeo
O barato saiu-nos caro, porque o que conseguiram foi paralisar o País

Ver vídeo
Sobre a quebra no fornecimento de energia eléctrica que atingiu Portugal

Ver vídeo