Neste mandato que agora termina, é incontornável denunciar a insistência em reforçar a imposição de condicionalismos orçamentais, incidindo agora, para lá do défice e da dívida, sobre a despesa pública acentuando, por essa via, uma maior pressão sobre o investimento nos serviços públicos, para mais contenção salarial, mais retrocessos nos direitos laborais e sociais, mais privatizações. São reforçados instrumentos de pressão, chantagem e sanção, que atentam contra o direito de Estados, como Portugal, a determinar soberanamente e livre de constrangimentos o seu caminho de desenvolvimento, limitando por esta via a necessária resposta aos problemas com que se confronta. Não basta rejeitar a reforma do Pacto de Estabilidade, a que me refiro, é preciso revogá-lo, como propusemos, apresentando a alternativa que urge – um Pacto pelo Progresso Social e pelo Emprego que consagre: • a promoção do pleno emprego, o reforço do trabalho com direitos; • o reforço dos serviços públicos e funções sociais dos Estados; • o respeito pela soberania de cada país; • a concretização dos princípios de coesão económica, social e territorial e da sustentabilidade ambiental.
Mais Vídeos

Ver vídeo
A política do BCE satisfaz a banca mas arruína a vida do povo

Ver vídeo
Sobre a reunião do Comité Central do PCP de 8 e 9 de Fevereiro de 2025

Ver vídeo
Sobre a ordem jurídica relativo ao combate à difusão de conteúdos terroristas em linha

Ver vídeo
Reforçar a rede consular e valorizar os seus trabalhadores no apoio às comunidades portuguesas

Ver vídeo
É importante garantir a segurança do voto das comunidades portuguesas no estrangeiro

Ver vídeo
Caos nos comboios Setúbal-Lisboa: solução é reforço da CP, não é colocá-la a subsidiar a Fertagus

Ver vídeo
O objectivo do governo não é salvar o SNS. É favorecer os grupos privados do negócio da doença

Ver vídeo