Neste mandato que agora termina, é incontornável denunciar a insistência em reforçar a imposição de condicionalismos orçamentais, incidindo agora, para lá do défice e da dívida, sobre a despesa pública acentuando, por essa via, uma maior pressão sobre o investimento nos serviços públicos, para mais contenção salarial, mais retrocessos nos direitos laborais e sociais, mais privatizações. São reforçados instrumentos de pressão, chantagem e sanção, que atentam contra o direito de Estados, como Portugal, a determinar soberanamente e livre de constrangimentos o seu caminho de desenvolvimento, limitando por esta via a necessária resposta aos problemas com que se confronta. Não basta rejeitar a reforma do Pacto de Estabilidade, a que me refiro, é preciso revogá-lo, como propusemos, apresentando a alternativa que urge – um Pacto pelo Progresso Social e pelo Emprego que consagre: • a promoção do pleno emprego, o reforço do trabalho com direitos; • o reforço dos serviços públicos e funções sociais dos Estados; • o respeito pela soberania de cada país; • a concretização dos princípios de coesão económica, social e territorial e da sustentabilidade ambiental.
Mais Vídeos

Ver vídeo
O Governo prepara-se para transformar a Segurança Social num negócio de milhares de milhões

Ver vídeo
As prioridades do próximo orçamento plurianual da UE devem ser a coesão, a resposta aos problemas sociais e o apoio aos sectores produtivos

Ver vídeo
Se a privatização da ANA constituiu um assalto aos aeroportos, as privatizações têm constituído um assalto ao País

Ver vídeo
Privatização da ANA: Assalto aos Aeroportos

Ver vídeo
O PCP tem a autoridade de quem sempre combateu o processo de privatização da ANA desde o primeiro dia

Ver vídeo
A coesão social, o combate à pobreza e o acesso à habitação devem ser prioridades do Orçamento da UE para 2026

Ver vídeo
«Não à guerra! Não à NATO! Pela Paz! Por um sistema de segurança colectiva!»

Ver vídeo